bom dia, gedê #00
um novo começo
depois de muitos rascunhos e muitas tentativas de começar a escrever aqui, agora vai (eu espero pelo menos). a ideia aqui é eu conseguir compartilhar minhas vivências, referências e rotina de uma forma leve, e com mais profundidade.
em outras redes sinto muita dificuldade de trazer meus pontos de vista e minha visão por conta de como as estruturas desses lugares são construídos, agora aqui nesse novo espaço eu sinto que tenho mais liberdade pra explorar e trazer coisas novas e diferentes que não sejam listas ensinando algo, links de artigos de game design, ou qualquer outro tipo de conteúdo educacional.
a ideia é fazer uma dessa, uma vez por semana e toda semana. se vou conseguir cumprir com essa ideia, ai são outros quinhentos (na minha cabeça dá).
se você acha essa ideia legal e quiser me dar uma moral aí pra conseguir seguir com esse projetinho novo, vou deixar o botão aqui pra você se inscrever na newsletter caso esteja aqui, mas ainda não esteja inscrito.
vivência gedê ✍️
eu não posso contar exatamente o que rola no meu trabalho por conta de uma parada chamada N.D.A (contrato com uma multa pra ficar quietinho e não vazar nenhuma informação dos jogos antes que eles sejam publicados), mas isso não me impede de trazer um pouco do que eu to aprendendo na minha rotina, minhas indagações, dúvidas, alegrias, tristezas, e por aí vai.
eu comecei um podcast recentemente, e eu contei como eu fui parar no game design, e a vivência gedê de hoje vai falar um pouco disso.
✨ a magia do desenvolvimento de games ✨ (ou a romantização sem de fato atuar na área e achar que trabalhar com games vai ser exatamente como é na sua imaginação).
exatamente isso ai que você leu, nem tudo é o que parece ser quando estamos falando de ser game designer e viver de games. o que eu quero dizer com isso? quer dizer que não vale a pena ser gedê?
não, não é isso que eu quero dizer.
o que eu quero dizer, é que quando eu estava migrando de área de T.I pra game design, eu tinha no meu imaginário uma visão muito clara de como seria trabalhar com games e como isso tudo seria perfeito, divertido e maravilhoso o tempo todo.
quando eu comecei a trabalhar full-time com game design, foi tudo isso mesmo (perfeito, divertido e maravilhoso), mas como eu sou um ser humano e a gente acostuma e fica entediado com tudo, depois desses três meses a ficha caiu, e as coisas passaram a se tornar rotina.
nem tudo que eu tinha que fazer na minha rotina era divertido, tinham mais reuniões naquela época que comecei do que eu achava que fazia sentido ter, eu sofria bastante de síndrome do impostor e duvidava de mim mesmo constantemente enquanto fazia e entregava minhas tarefas.
to contando isso tudo pra mostrar que a minha idealização estava completamente errada, e pelo fato de eu ter criado essa expectativa de que trabalhando com jogos eu seria mais feliz, mais realizado, e tudo fluiria melhor, estava 100% errada.
eu me divirto muuuito trampando como game designer, eu tenho experiências que sou muito grato, e minha rotina de fato melhorou bastante trampando home office e tudo mais, só que isso não muda o fato de que ainda é um trabalho e que vão existir muitas dificuldades e gente chata no caminho (igual tudo na vida né?)
enfim, esse é meu tedtalk (brincadeira)
fica ai o meu aviso pra você: não coloque todas suas fichas no teu trampo ou numa nova carreira, pega leve e vai um dia de cada vez, incluindo o game design nisso.
pegando a visão 👀
nessa parte da newsletter vou passar referências de coisas que achei interessantes pra despertar a minha e a sua criatividade (vou ser tipo aquele amigo que manda um monte de reels pra você no insta, só que eu vou filtrar os reels e espero que você veja, porque eu não vejo quando me mandam muitos, agora quando mandam um ou poucos com carinho, ai eu vejo).
🛹 imagina um reality show competitivo que envolve skate: ele existe
🎮 jogos estilizados envelheceram muito melhor → eu tenho provas
🛹 skate + neve = muito frio e muitas manobras